Brasil, um grande país, que graças a Deus sobrevive a isso! Enfim.

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Precisamos renovar os quadros políticos, criar novas lideranças e se não o fizermos seremos responsáveis pelo obscurantismo a que estes políticos estão nos submetendo, no interesse de se darem bem, protegidos descaradamente pelo corporativismo parlamentar, baseados na impunidade que já chegou ao seu ápice, seguros nas gaiolas de ouro do poder, onde tudo pode.

A mentira, o se dar bem, o levar vantagem é a base do sistema Político Brasileiro, desenvolvido e praticado pelas velhas e incansáveis rapozonas, hábeis praticantes da sacanagem, às soltas fazendo do Brasil o seu quintal e devorando as nossas esperanças, que é o bem mais precioso do cidadão.

Aprendemos com eles, especialistas em mensalões, empresas de licitação, ganhar trezentas vezes na loteria, funcionários fantasmas e até como esconder dinheiro em dutos, meias e cuecas, e Deus sabe onde mais.

E ouse o cidadão comum e de bem, pensar em algo assim! Será escrachado, e despido em praça pública. Felizmente para estes já não existe a guilhotina, pois seria solene e exemplarmente decapitado em nome da moral e boa conduta. Observamos que o exemplo vem de cima, e que exemplo!

E os fichas sujas, os já julgados e culpados, estão aí e nada acontece, a impunidade é total.

E o eleitor desinformado, e enrolado pela conversa sedutora dos encantadores de serpentes. Pobre eleitor, ele aplaude e ainda pede bis. Ele só deseja ser feliz, e o incauto nem se dá conta dos vigaristas à espreita.

E quem olha a longo prazo para a vida dos mais necessitados? Que por anos esperam mudar o destino. Hoje não se faz oposição em prol do crescimento do Brasil, agora se fazem coligações.

E os vira casaca, que opositores radicais, quase revolucionários que criticavam ferozmente o governo, e que trocando gentilezas intoxicantes, quase se deram mal com a tal mamona assassina, hoje, de rostinho colado nos cartazes da política eleitoral. Até parece história de Romeu e Julieta, discursando, elogiando e amando o governo que mais criticavam. Quem vai se dar bem?

Até parece um episódio do Bem – Amado, onde o ilustre político Odorico Paraguaçu, interpretado na televisão pelo ator Paulo Gracindo, comentava. “Vamos fazer um balanceamento da desavergonahança, da governança e aproveitar o embalamento total, e decretarmos descaradamente, em benefício próprio é claro, o seguinte: Aos amigos do Rei tudo pode e aos inimigos, para sermos justos, apenasmente, apenasmente os rigores da lei”.

Tenho Dito.

Júlio Canestraro, presidente do Conselho Deliberativo da Associação Comercial, Industrial, Agrícola e Prestação de Serviço de São José dos Pinhais (Aciap-SJP)

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