Escola de SJP é premiada por ação ambiental

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Trinta e uma escolas públicas e privadas de Ensino Infantil e Fundamental I de todo o Brasil foram premiadas por suas iniciativas em prol do brincar e do aprender pela experiência nas práticas escolares. A premiação faz parte do Programa Pelo Direito de Ser Criança, realizado pela marca OMO, da Unilever, com o apoio do Instituto Sidarta, que contemplou uma unidade de São José dos Pinhais, a Escola da Colina.

Nesta 3ª edição do Programa, que recebeu mais de quatro mil inscrições de 895 municípios brasileiros, foram anunciadas as ‘Melhores Práticas’ e as ‘Boas Práticas’ para as categorias ‘Selo Aqui Se Brinca’ (destinada às escolas de Educação Infantil) e ‘Selo Aqui Se Aprende’ (destinada às escolas de Ensino Fundamental I). Durante o evento de premiação também receberam menção honrosa três instituições que possuem práticas consideradas relevantes e já vencedoras nas edições anteriores.

As cinco escolas premiadas como ‘Melhores Práticas’ das duas categorias receberão um parque educativo. Já as 26 escolas ganhadoras do prêmio de ‘Boas Práticas’, também para ambas as categorias, foram contempladas com um brinquedo desenvolvido para potencializar a experiência do brincar. Além disso, as escolas com as melhores práticas poderão indicar uma segunda escola para receber um prêmio idêntico ao seu, como forma de potencializar o incentivo à troca de experiências.

Das 31 escolas premiadas, 45% são públicas e 55% privadas, sendo 58% do Ensino Infantil e 42% do Ensino Fundamental I, das cidades de Atibaia, Bebedouro, Bragança Paulista, Cotia, Dracena, Itapeva, Jundiaí, Presidente Prudente, Santo André e São Paulo (SP), Itajubá e Uberlândia (MG); Rio de Janeiro e Niterói (RJ); Caxias (MA); Curitiba, Guarapuava e São José dos Pinhais (PR); Guaporé, Montenegro, Pelotas e Porto Alegre (RS); Joinville e Luzerna (SC).

De acordo com o diretor de marketing da categoria de Higiene e Limpeza da Unilever, Robert-Hein Schermers, a premiação visa reconhecer, estimular e dar visibilidade ao brincar e ao aprender pela experiência, que é a atividade principal e mais completa de aprendizado na infância. “Estamos orgulhosos do resultado desta edição – a primeira nacional –, inclusive avaliando a abrangência da participação, de escolas públicas e privadas, e desde cidades pequenas como Luzerna (SC), que possui cerca de 5.900 habitantes, até de grandes metrópoles, como São Paulo. É uma prova de que conseguimos ampliar e repercutir a discussão em escolas de todo o país”, comemora.


Critérios de avaliação
As inscrições foram realizadas de agosto a dezembro de 2010. Para a seleção das finalistas foram convidados especialistas da área de educação e do tema brincar, entre eles: Giovana Barbosa de Souza (Rede Aliança pela Infância); Jouberth Ghandy (pesquisador do Brincar); Lourdes Atiê (especialista em projetos para gestão e criação de produtos educativos); Márcia Mamede (assessora técnica da Pastoral da Criança); Marcos Ferreira Santos (pesquisador e membro da Aliança pela Infância); Maria Izabel Leite (coordenadora do Museu da Infância); Marilena Flores (presidente da IPA/Brasil); Renata Meireles (autora de livros premiados sobre desenvolvimento infantil, co-diretora de curtas sobre o brincar e idealizadora do Projeto BIRA); Samantha Neves (assessora técnica para elaboração dos Indicadores de qualidade da educação infantil).

Os critérios de avaliação foram pautados nos cinco pilares fundamentais do brincar defendidos por OMO: Direito de aprender através de brinquedos não estruturados; Direito de viver o mundo através da experiência; Direito de estar em contato com a Natureza; Direito de experimentar o cuidado com o planeta e com a sociedade, além de Direito de vivenciar a cultura local.

Foram consideradas escolas que brincam as que promovem atividades permanentes e continuadas do brincar e do aprender pela experiência, criam soluções criativas e eficazes para transpor obstáculos, incentivam o contato da criança com a natureza dentro das práticas escolares, valorizam a cultural local de seus alunos e da região onde a escola está inserida, e têm o brincar e o aprender pela experiência como tema de formação continuada de seus educadores.


Histórico do Programa
A primeira edição do Programa Pelo Direito de Ser Criança foi realizada em 2008 com escolas públicas e privadas de Ensino Infantil e Fundamental I do Estado de São Paulo. Denominado na época de ‘Selo Aqui Se Brinca’, o Programa registrou grande aceitação, com 477 inscrições. Já em 2009, também destinado às escolas paulistas, o número de inscrições saltou para 1.750. O sucesso e a grande receptividade das escolas contribuíram para o seu crescimento e expansão.

Dessa forma, em 2010, o Programa - já com o nome atual - lança sua terceira edição com abrangência nacional, abrindo oportunidades para instituições públicas e privadas de todas as regiões do país. Além disso, foram criadas categorias específicas para as escolas de Ensino Infantil e Fundamental I – Selo Aqui se Brinca e Selo Aqui Se Aprende pela Experiência – e incorporados novos pilares de avaliação.

O Programa Pelo Direito de Ser Criança nasceu de estudos realizados por OMO, entre eles a pesquisa ‘A Descoberta do Brincar’, que mostra que a escola é o primeiro lugar onde as crianças mais brincam socialmente. Os resultados das pesquisas se transformaram em práticas quando, em 2008, a marca implementou um trabalho em Heliópolis - o Projeto Brincar, onde promoveu workshops sobre a importância do brincar e sobre como potencializar essa prática entre os educadores de oito centros de educação infantil da região.


OMO e o Brincar
Desde 2001, todas as ações de OMO estão alinhadas com sua missão global, que é “despertar o potencial humano por meio do desenvolvimento infantil”. Nesses últimos dez anos, a marca tem se cercado de renomados profissionais e desenvolvido pesquisas mundiais e nacionais sobre a importância do brincar no desenvolvimento da criança.

Com base nesse conhecimento, a marca já promoveu cinco fóruns de discussão e já realizou quatro estudos fundamentais nessa área: ‘A Descoberta do Brincar’, realizada com pais e educadores de crianças em 77 cidades do Brasil; ‘A Infância na Visão Global das Mães’, realizada em 10 países; ‘Tente Algo Novo’, realizada em 4 países; e a mais recente ‘Crianças e Natureza’, realizada em 11 países, cujos dados foram referência para a construção dos novos pilares do Programa Pelo Direito de Ser Criança. As pesquisas globais tiveram a coordenação de Dorothy e Jerome Singer, doutores da Universidade de Yale (EUA).


Escolas Premiadas
Categoria: ‘Selo Aqui Se Brinca’ (Ensino Infantil)
Prêmio: ‘Melhores Práticas do Brincar e do Aprender Pela Experiência’
Fundação Educacional João XXIII (privada) – Porto Alegre (RS)
Escola Municipal São Francisco (pública) – Luzerna (SC)
Viverde Escola de Educação Básica (privada) – Bragança Paulista (SP)
Menção Honrosa: ‘Melhores Práticas do Brincar e do Aprender Pela Experiência’
Centro de Educação Infantil Vereador José Gomes de Moraes (pública) – São Paulo (SP)
Prêmio: ‘Boas Práticas do Brincar e do Aprender Pela Experiência’
Creche Renascer da Criança (privada) – Uberlândia (MG)
Escola Aldeia do Sol (privada) – Guarapuava (PR)
Interpares – Educação Infantil (privada) – Curitiba (PR)
Creche Escola Pingo de Gente e CEIC (privada) – Niterói (RJ)
Vira Virou - Escola Brasileira da Infância (privada) – Rio de Janeiro (RJ)
Escola Municipal de Educação Infantil Nairo José Prestes (pública) – Guaporé (RS)
Colégio Santa Inês (privada) – Porto Alegre (RS)
Escola de Ensino Fund. e Ed.Infantil Amigos do Verde (privada) –Porto Alegre (RS)
Instituto Educacional Portal do Saber (privada) – Atibaia (SP)
Emefi Amador Franco da Silveira (pública) – Dracena (SP)
Emei Professora Glaucia de Melo Santos Pontes (pública) – Itapeva (SP)
Colégio de Ed. Infantil e Ensino Fund. Cotiguara (privada) – Presidente Prudente (SP)
Casa da Criança de Itajubá (pública) – Itajubá (MG)
Creche Materno Infantil Vila Lobão (pública) – Caxias (MA)
CMEI Erondy Silverio (pública) – Curitiba (PR)
Menção Honrosa: ‘Boas Práticas do Brincar e do Aprender Pela Experiência’
Creche Monsenhor João do Rego Cavalcanti (pública) – Santo André (SP)
EMEI Professora Edna Muzel de Moura (pública) – Itapeva (SP)
Categoria: ‘Aqui Se Aprende (Ensino Fundamental I)
Prêmio: ‘Melhores Práticas do Brincar e do Aprender Pela Experiência’
E.M.E.F Carlos Frederico Schubert (pública) – Montenegro (RS)
Escola de Ensino Fund. e Ed.Infantil Amigos do Verde (privada) – Porto Alegre (RS)
Prêmio: ‘Boas Práticas do Brincar e do Aprender Pela Experiência’
Colégio Nacional (privado) – Uberlândia (MG)
Escola Municipal Germano Lenschow (pública) – Joinville (SC)
Escola Municipal Hermann Müller (pública) – Joinville (SC)
EMEB Prof. Lellis do Amaral Campos (pública) – Bebedouro (SP)
E.M Nakamura Park (pública) – Cotia (SP)
Visão Recreação Pré Escola e Ensino Fundamental (privado) – Cotia (SP)
Colégio Paulo Freire Jundiaí (privado) – Jundiaí (SP)
EMEB Professora Cléo Nogueira Barbosa (pública) – Jundiaí (SP)
Fazendo Meu Caminho (privado) – São Paulo (SP)
EMEF Núcleo Habitacional Getúlio Vargas (pública) – Pelotas (RS)
Escola da Colina Ed.Infantil e Ensino Fund. (privado) – São José dos Pinhais (PR)

* Instituto Sidarta é uma organização sem fins lucrativos, criada com o objetivo de contribuir para a melhoria da Educação no país.

In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação
Taiane Luz – taiane.luz@inpresspni.com.br
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