Arte no Park incentiva a cultura no Parque São José dos Pinhais

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Há mais de dez anos, comerciantes e moradores da Praça da Espanha, em Curitiba no bairro Batel, decidiram que não era necessário depender da Prefeitura para ter uma agenda cultural nos fins de semana. A proposta de revitalização no uso do espaço público, via shows e apresentações artísticas em geral, deu tão certo que a Prefeitura da Capital está investindo mais de R$ 2 milhões na reforma da praça. O que aconteceu em Curitiba é referência para são-joseenses que se uniram na organização do Arte no Park, no Parque São José dos Pinhais, evento que aconteceu no último domingo (24) e que se repetirá no próximo domingo (31), no mesmo horário, a partir das 13h.

A iniciativa partiu da Ciclo Iguaçu, entidade que preza a utilização dos espaços urbanos. “O resultado é o grande número de pessoas que pararam para ver as apresentações e participar das atividades. Frequentar um parque é saudável para a convivência e a cultura favorece a interação”, comentou Cristiano Rosa, representante da Ciclo Iguaçu em São José dos Pinhais.

Mãe filho estavam entre o público. “Nos chamou a atenção uma banda tocando no meio do gramado. É mais uma opção com certeza”, disse Suzete Maia, moradora no Jardim Santos Dumont, que estava acompanhada do filho Andriws, de 14 anos.

O vocalista da Boogie Jump Blues Band, Fabiano Wunder, falou que no próximo domingo tem mais. “Foi a primeira vez que nos apresentamos em um parque e gostamos muito. Nos envolvemos na proposta de fazer um som mais acústico pelo fator de estarmos em uma área verde”, comentou Fabiano Wunder.

O chefe de Divisão de Artes Plásticas e Literatura da Secretaria Municipal da Cultura, Roberto Machnievscz, elogiou a ideia. “Esta integração das famílias e amigos favorece até mesmo que pessoas que não se conhecem se tornam amigas. Que é a ideia antiga das praças desde um pequeno local em uma esquina a uma grande área como um parque”, disse Roberto Machnievscz.



“Tuch-Tuch”
Sobre o som alto que vinha dos carros de motoristas próximos ao Arte no Park, Cristiano acrescentou que é a forma como a juventude está acostumada a ter lazer. “Para se divertir eles precisam de um carro com sol alto. Não critico porque é o costume deles, porem, penso que é importante propor alternativas. Nós sugerimos que as pessoas venham de bicicleta e que o carro fique em casa. O som a gente mesmo faz”, sugere Cristiano Rosa.


Serviço
Arte no Park dia 23 de agosto
Orientação Artística
Construção coletiva Tenda de Bamboo
Malabares - Projeto Corda Bamba Daniel
Bike Escola
Debates - Ciclo iguaçu e MPL
Musica. com - Bluesileiros/ Dub Reggae - Muzg - discotecagem world music
Vivência de Pintura Circular Abstrata
Oficina de filtros do sonhos e mandalas

PautaSJP.com

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