Procon e MP querem o fim da diferença no cartão transporte da URBS

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O Ministério Público do Estado, via a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Curitiba, juntamente com representantes do Procon Paraná, entrou na briga do transporte coletivo entre governo do Estado e Prefeitura da Capital e questionam a legalidade da cobrança diferenciada no aumento da passagem a partir de hoje (06), no sistema administrado pela URBS.

Com o cartão transporte os atuais R$ 2,85 passam para R$ 3,15, e a tarifa sem o bilhete eletrônico, no caso, no dinheiro, custa R$ 3,30. O Ministério Público e o Procon consideram a diferenciação injusta. A URBS foi notificada a se manifestar sobre o mérito da questão nos próximos dias.

Em São José dos Pinhais, desde 2011, com a abertura do novo Terminal Central, acontece a integração para pagamento eletrônico (Cartão VEM) entre as empresas Auto Viação São José dos Pinhais e Sanjotur, por meio de um consórcio formado para a implantação da bilhetagem eletrônica. Segundo a Prefeitura, atualmente, cerca de 70% dos usuários se utilizam do cartão, frente a uma estimativa de 100 mil passageiros.

No transporte urbano são-joseense a tarifa custa R$ 3,10 sem cartão e R$ 2,70 com o bilhete eletrônico. A vantagem para as empresas é óbvia quanto a cobrança com diferença pois o valor da recarga significa a entrada de recursos antecipados no caixa.

PautaSJP.com

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