Sem retorno da J. Malucelli, são-joseenses protestam em Curitiba


Compradores dos apartamentos do Parque das Nações somam 16 meses sem moradia e aluguel e pedem apoio pela não conclusão da obra da Emec

Blog Single Faixa dos manifestantes na Ponte Estaiada em referência ao grupo J Malucelli
Os protestos dos moradores que compraram mas não ocuparam o Condomínio Parque das Nações chegou à sede da empresa J. Malucelli Imóveis em Curitiba e também a ícones da construtora J Malucelli, como a ponte estaiada da Avenida das Torres. Apesar da negativa do grupo do empresário Joel Malucelli, os manifestantes não esquecem que a logo do empreendimento de São José dos Pinhais, na Avenida Rui Barbosa, bairro Afonso Pena, trazia a marca da mega empresa J Malucelli. A obra do conjunto residencial é tocada pela Emec. Até o momento, o projeto estava parado pela cassação do alvará, via a Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público, por ocupação de área de manancial quando as torres de mais de 600 apartamentos começaram a ser erguidos. O alvará foi liberado há um mês, porém, a construção não foi retomada e as informações do motivo não aparecem.

Algumas unidades apresentadas aos compradores são consideradas com baixo nível de acabamento. Segundo os proprietários, houve diminuição da área útil. “O banheiro e lavanderia foi feito com parede dry wall o que encurtou os espaços, os encanamentos estão para fora da parede e os quartos não suportam ar condicionado. Até agora, o condomínio está cercado com uma tela de galinheiro. No meio dos prédios passa um rio que, em nenhum momento da compra, foi informado que ficaria ali, com perigo para as crianças”, questiona Matheus Minari, um dos prejudicados que está há 16 meses na espera de poder morar em seu apartamento.

Segundo a assessoria comercial da Emec, as informações de conhecimento público estão sendo prestadas diretamente aos mutuários, para quem comprou particular e investidores.

PautaSJP.com

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