Após eleição dos vereadores (2017-2020), como fica a Câmara SJP?

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Quase 48 horas depois das eleições a prefeito de São José dos Pinhais e para 21 vereadores, ocorreu, na manhã desta terça (04), a primeira sessão da Câmara Municipal após as votações. Foram reeleitos, 13 políticos e oito não foram eleitos. Foi uma renovação pequena considerando que o candidato da oposição, o presidente da Câmara, e vereador Sylvio Monteiro (PTB), e sua candidata a vice, a vereadora Lucia Stoco (PEN), perderam a votação para a Prefeitura e encerram o mandato. A próxima eleição importante envolvendo o Legislativo será entre os 21 vereadores (2017-2020) para eleger o presidente da Câmara (2017-2018) dia 1º de janeiro.

No novo cenário para a Presidência da Câmara, a vantagem é toda do candidato da situação, o vice-prefeito Toninho a Farmácia (PSC), que se tornou prefeito com 61.484 votos. A coligação de Toninho com 14 legendas, que o levou a ganhar as eleições à Prefeitura, fez todos os novos nomes no Legislativo, incluindo a formação da maior bancada sendo do PSC com quatro nomes: Juliano Martins (PSC); Pastor Gilmar (PSC); Silvio Santo (PSC); Edson Dangui (PSC); mais Abilio (DEM); Alex Purkote (DEM); Fátima de Paula (PP); e Elcio do Bolinho (PP).

A coligação de Sylvio Monteiro passou em branco na campanha com oito partidos quanto a não fazer novo nome a vereador, e ainda viu um dos vereadores tradicionais, Zé Vieira (PTB), ficar fora após cinco mandatos. Também não se reelegeram, como Vieira: Wilson Cabelo (DEM); Luiz Monteiro (PSB); Onildo dos Santos (PTB ); Edson Celli (PSDB); e Leandro da Nifer (PHS).


Sessão desta manhã (04)
Entre os comentários de quem ganhou e perdeu, Luis Monteiro, que não se reelegeu, agradeceu a equipe e os votos recebidos. “Votos que não receberam 1 litro de gasolina”, destacou Monteiro.

O reeleito Ailton Fenemê (PTB), que teve uma campanha polêmica ao parar na delegacia depois de agredir a namorada, desabafou: “bandidos políticos que querem me derrubar (...) vão ter que me engolir mais quatro anos”, criticou Fenemê.

Em tom apenas de agradecimento, houve manifestações de outros que se reelegeram, como Gilberto Mello (PV), Nina Singer (DEM), Tadeu Camargo (PSL), Luis Paulo e dr. Ido Lunelli (PMDB). Mari Temperasso (PSDB) reclamou de publicidade contra ela e agradeceu os votos.

Professor Marcelo (PV), além de agradecer as confirmações nas urnas de sua reeleição, enfatizou a função pública do legislador de fiscalizar a Prefeitura e criticou a compra de votos e sujeira da cidade. “Vereador que a gente sabe que pagou combustível e mente dizendo que não. Nossa campanha não jogou nenhum panfleto na rua”, comentou Marcelo.

Lucia Stoco enalteceu o alcance de segunda colocação na campanha como vice-prefeita com Sylvio Monteiro, que somaram 40.157 votos. Emocionada, elogiou a filha, Franciele Stoco, que concorreu como candidata a vereadora pelo PV e chegou a mais de mil votos. Fran se recupera de uma cirurgia de retirada de tumor na mama. “Falaram mal da minha filha e ela foi prejudicada. Isso sim foi política baixa”, se queixou Lucia.

Carlos Machado foi o último a usar a palavra. “O povo fez suas escolhas (...) nesta campanha aconteceram muitas baixarias e compras de votos”, falou Carlos Machado.

Sylvio Monteiro não usou a palavra pessoal. O líder na votação à Câmara, professor Abelino (PSB), 1º lugar com 3.141 votos, é costumeiro usuário da Tribuna do Plenário, mas também não se manifestou.

PautaSJP.com

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