Após 19 anos, revitalização do Centro Senegaglia é de apenas 33%

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De 1997 a 2000, o secretário de Urbanismo, na época, Espartano Tadeu da Fonseca, elaborou um projeto na gestão do prefeito Luiz Carlos Setim de conectar, com uma passarela, a Rua XV de Novembro, antes da Avenida Rui Barbosa, com o Centro de Vivência João Senegaglia. Foram décadas como Indústria Senegaglia e centro cultural, abrigando lojas e serviços, incluindo muito entretenimento à população, como fliperama, pista de autorama e de patins, e também abrigou a Biblioteca Municipal. Desde 1997, o local iniciou uma transformação que, após 19 anos de estudos, chegou em apenas cerca de 33% de conclusão.

Em 2012, ao final da gestão do prefeito Ivan Rodrigues, o Teatro Sesi, com recursos da Federação das Industrias (Fiep), foi inaugurado. Antes, no governo do prefeito Leopoldo Meyer as iniciativas continuaram apenas no papel. Ontem, ao final da gestão do terceiro mandato de Setim, a nova sede da Secretaria Municipal de Cultura foi aberta.

Porém, a ideia de um centro cultural continua incompleta perto de 67%. As licitações e instalação de restaurante, livraria, café, entre outros empreendimentos, ficará para o próximo mandato. Da mesma forma, possíveis shows e encontros temáticos voltados a cursos e eventos ligados ao bem estar. As ações públicas são inconsistentes, mas, um objetivo em comum, é sempre citado, independentemente do governante, de que há a preocupação em trazer movimento noturno ao comércio da Rua XV.

O nome Senegaglia é da família que comandou, no início do século XX, uma das primeiras e mais importantes fábricas do Paraná, onde eram fabricados objetos cruciais ao desenvolvimento do Estado, como enxadas, pás, baldes e outras ferramentas e utensílios.

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